INÍCIO RESENHAS PARCERIAS CONTATO SOBRE
Mostrando postagens classificadas por relevância para a consulta o diário de anne frank. Ordenar por data Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens classificadas por relevância para a consulta o diário de anne frank. Ordenar por data Mostrar todas as postagens

31 de dezembro de 2017

Resenha: O Diário de Anne Frank

Marcadores: || Nenhum comentário:
Autora: Anne Frank (edição de Otto Frank e Mirjam Pressler)
Editora: Galera Record
349 Páginas

Sinopse: O depoimento da pequena Anne Frank, morta pelos nazistas após passar anos escondida no sótão de uma casa em Amsterdã, ainda hoje emociona leitores no mundo inteiro. Seu diário narra os sentimentos, medos e pequenas alegrais de uma menina judia que, com sua família, lutou em vão para sobreviver ao Holocausto.
Lançado em 1947, O Diário de Anne Frank tornou-se um dos maiores sucessos editoriais de todos os tempos. Um livro tocante e importante que conta às novas gerações os horrores da perseguição aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial.
Agora, seis décadas após ter sido escrito, este relato é finalmente publicado na íntegra, com um caderno de fotos e o resgate de trechos que permaneciam inéditos. Uma nova edição que aprofunda e aumenta nossa compreensão da vida e da personalidade dessa menina que se transformou em um dos grandes símbolos da luta contra a opressão e a injustiça. E consagra O Diário de Anne Frank como um dos livros de maior importância do século XX. Uma obra que deve ser lida por todos, para evitar que atrocidades parecidas voltem a acontecer neste mundo.


O Diário de Anne Frank é um relato sobre os dias em que Anne Frank viveu escondida em uma casa de Amsterdã, na Segunda Guerra Mundial. A menina era judia e a família dela passou a ser procurada após receberem uma carta da SS (Schutzstaffel - o exército que protegia Hitler e o Partido Nazista). 

Anne, na época com 13 anos, dividia o local, que ficava atrás de uma estante de livros, com mais sete pessoas: o pai, Otto Frank, a mãe, Edith Frank, a irmã, Margot Frank, o sr. Dussel e também a família Van Daan (composta por três pessoas). 

O Diário começa no dia 12 de junho de 1942, antes de Anne ter que se esconder, e termina em 1 de agosto de 1944. Conforme as descrições são feitas, conseguimos descobrir como é a vida no Anexo Secreto (como o lugar era chamado e ficou conhecido): o que os moradores de lá comem, o que eles fazem, como se organizam para dormir, ir ao banheiro (por exemplo, não se dava descarga tarde da noite, porque fazia barulho e poderia chamar a atenção de alguém) e também, ficamos sabendo de algumas das intrigas e discussões que lá aconteciam. 

No geral as pessoas sabem, e isso não é spoiler, que o Anexo Secreto foi descoberto em 4 de agosto de 1944 e todos os moradores de lá foram mandados para Auschwitz. Um tempo depois, Anne Frank foi transferida com a irmã para Bergen-Belsen (outro campo de concentração) e morreu de tifo - uma doença bacteriana que é transmitida por alimentos e água contaminados. Otto Frank foi o único sobrevivente dos oito que moravam no Anexo Secreto e foi quem editou o diário de Anne para que se tornasse um livro. 
O Diário de Anne Frank, Anne Frank (edição de Otto Frank e Mirjam Pressler) | Foto: Luiza Lamas
Eu tenho que esclarecer que as minhas impressões sobre O Diário foram bastante influenciadas por O Menino da Lista de Schindler, a minha leitura anterior. Os relatos contidos neste livro mostram uma experiência mais dura com a guerra (passar muita, muita, muita fome, viver nos guetos, ser explorado em campos de concentração e etc). Sendo assim, eu esperava encontrar nos diários de Anne uma maior proximidade dela com o Holocausto, o que não aconteceu (o contexto sobre a guerra é bastante espaçado e pequenino) e, por isso, achei o começo bem parado e eu tinha a impressão de que a vida dela estava fácil demais (acho até que isso pode ser egoísmo da minha parte, mas se for feita uma comparação sobre as experiências contadas nos dois livros, Anne teve muita sorte, ainda que por um período curto). 

Quando eu percebi e aceitei que, na verdade, os relatos contam mais sobre os conflitos internos de Anne (vamos relembrar que em 1942 ela tinha apenas 13 anos) e como ela enxergava a vida morando no Anexo, minha experiência com o livro foi muito melhor. 

Alguns aspectos abordados no diário são o fato de a menina se sentir muito sozinha e ser muito mimada e ninguém dar bola para o que ela pensa. Além disso, também conseguimos perceber o amor enorme que sente pelo pai e o desprezo destinado à mãe (à essas duas últimas partes eu faço muita ressalva, porque o diário de Anne foi editado pelo pai e em alguns momentos ela relata que quer tentar melhorar a relação com a mãe).

Se vocês querem mais um adento, no prefácio da minha edição do livro fica claro que a primeira edição do diário de Anne é The Diary of Anne Frank: The Critical Edition, também conhecida como versão a, sem cortes. Ela possui 719 páginas.  Também há um segundo diário, baseado nesse, mas cortado em muitas partes, conhecido como versão b.  A versão que eu li foi lançada em 2011 e é uma mistura das versões a e b. Ela possui  349 páginas. Vocês não acham que há muito sobre Anne e a família dela que não sabemos? Muito do que ela passou que não é revelado? O que pensam sobre isso? 

Conforme o tempo passa, Anne desenvolve uma paixão, em alguns aspectos até inocente, com o filho dos van Daan, Peter. Eu o achei uma pessoa maravilhosa e foi ele que, às vezes, fez com que eu não parasse de ler. 

A sensação que tive quando li a última passagem do diário foi que algo havia sido rompido, porque, literalmente, e tragicamente, não há um final. Quando li O Menino da Lista de Schindler, eu sabia que o protagonista estava contando a história depois que a guerra havia acabado, então ele havia sobrevivido. Anne não. A última escrita dela não parecia de jeito nenhum uma despedida, tinha até fios de esperança. Foram sensações diferentes que acabaram comigo de formas diferentes, mas as duas deixaram um sentimento de indignação muito grandes. 

Vocês já leram O Diário de Anne Frank? O que acham do livro? Contem para mim nos comentários, vamos conversar :)

Um beijo e foca na leitura!

4 de abril de 2015

Lançamentos: Universo dos Livros

Marcadores: || 2 comentários:
Mais um dia de lançamentos! Pretendemos priorizar os finais de semana com pelo menos um post com lançamentos de alguma editora. A editora dessa semana é a Universo dos Livros, que começa o mês de abril com um livro com relatos muito interessantes.



Os Sete Últimos Meses de Anne Frank

Willy Lindwer


O "não escrito" capítulo final do Diário de Anne Frank relata o tempo entre a prisão de Anne Frank e sua morte. A história é contada por meio dos testemunhos de seis mulheres judias que sobreviveram ao inferno do campo de concentração do qual Anne nunca mais voltou.

Gênero: Não-ficção
240 Páginas
Inicialmente, o renomado cineasta holandês Willy Lindwer filmou o documentário "Os sete últimos meses de Anne Frank" e, depois disso, resolveu transformá-lo em livro. Para tanto, ele entrevistou mulheres que conheceram Anne Frank.

O livro é composto pelos depoimentos de seis dessas mulheres - algumas que a conheceram antes de sua deportação para o campo nazista, e todas elas durante os últimos momentos em Bergen-Belsen.

As histórias que estas mulheres têm para contar são semelhantes: o tratamento no campo, a forma como conheceram as irmãs Frank e a maneira como todas foram inexplicavelmente tocadas por sua vida. O fato de terem sobrevivido ao campo de extermínio é um milagre em si mesmo. Uma das sobreviventes, inclusive, teve a difícil missão de confirmar a Otto Frank as mortes de suas filhas, Anne e Margot.

Os sete últimos meses de Anne Frank é o triste e verdadeiro relato de uma crueldade inimaginável e do milagre ocorrido para os que sobreviveram poderem contá-lo com suas próprias palavras. 


Sempre

J.M.Darhower
Gênero: Romance
560 Páginas
Haven Antonelli e Carmine DeMarco cresceram em mundos completamente diferentes.
Haven é uma adolescente de 17 anos que nunca conheceu a liberdade. Desde a infância, ela e sua mãe são escravas, vítimas de uma rede de tráfico humano. Carmine, nascido em uma família rica da máfia, viveu uma vida de privilégios e excessos.
Agora, uma reviravolta do destino faz que seus caminhos se cruzem. Apesar das diferenças aparentes, algo mais sutil os une. E da tênue amizade entre os dois floresce uma paixão inesperada e arrebatadora.
Enredados numa teia de segredos e mentiras, em que o poder e o dinheiro ditam o jogo, o jovem casal logo percebe que é preciso se sacrificar para conquistar a liberdade e o direito ao amor...

Fiquei muito interessada no primeiro livro, pois li recentemente o "Diário de Anne Frank" e gosto  de leituras sobre a Segunda Guerra Mundial. E vocês, gostaram dos lançamentos da editora? Comente, queremos saber as opiniões de vocês!

Ah e lembrem-se: foca na leitura!

8 de março de 2015

8 livros para o Dia Internacional da Mulher

Marcadores: , || 4 comentários:
Oi gente! Hoje estamos com uma lista de livros que achamos relevantes para esse dia. Mães, mulheres e garotas que sofrem mas que lutam por seus direitos, descrevem as dificuldades que passaram e como conseguiram superar esses empecilhos que a sociedade as impõem.

Alguns são histórias reais e outros pura ficção, mas todos com sua importância. A maioria infelizmente não lemos, mas estão todos em nossa lista de desejados e quando houver oportunidades leremos e faremos resenhas para vocês.

Não estão em nenhuma ordem específica, escolhemos livros que de algum modo se encaixam. :) 


Eu Sou Malala

Malala Yousafzai, Patricia McCormick

Não-ficção
Quando o Talibã tomou controle do vale do Swat, Malala Yousafzai recusou-se a permanecer em silêncio e lutou pelo seu direito à educação. Mas em 9 de outubro de 2012, uma terça-feira, ela foi atingida na cabeça por um tiro à queima-roupa dentro do ônibus no qual voltava da escola. Poucos acreditaram que ela sobreviveria.
Mas a recuperação milagrosa de Malala a levou em uma viagem extraordinária de um vale remoto no norte do Paquistão para as salas das Nações Unidas em Nova York. Aos dezesseis anos, ela se tornou um símbolo global de protesto pacífico e a candidata mais jovem da história a receber o Prêmio Nobel da Paz. Eu sou Malala é a história de uma família exilada pelo terrorismo global, da luta pelo direito à educação feminina e dos obstáculos à valorização da mulher em uma sociedade que valoriza filhos homens. 

O Diário de Anne Frank

Anne Frank

Não-ficção

Anne Frank escreveu em seu diário toda a tensão que a família Frank sofreu durante a Segunda Guerra Mundial. Ao fim de longos dias de silêncio e medo aterrorizante, eles foram descobertos pelos nazistas e deportados para campos de concentração. Anne inicialmente foi para Auschwitz, e mais tarde para Bergen-Belsen. Seu diário destaca sentimentos, aflições e pequenas alegrias de uma vida incomum, problemas da transformação da menina em mulher, o despertar do amor, a fé inabalável na religião e, principalmente, revela a rara nobreza de um espírito amadurecido no sofrimento.

24 de julho de 2018

Resenha de HQ: Maus - A História de um Sobrevivente, de Art Spiegelman

Marcadores: || Nenhum comentário:
Autor: Art Spiegelman
Editora: Quadrinhos na Cia. (Companhia das Letras)
296 Páginas 

Sinopse: Maus ("rato", em alemão) é a história de Vladek Spiegelman, judeu polonês que sobreviveu ao campo de concentração de Auschwitz, narrada por ele próprio ao filho Art. O livro é considerado um clássico contemporâneo das histórias em quadrinhos. Foi publicado em duas partes, a primeira em 1986 e a segunda em 1991. No ano seguinte, o livro ganhou o prestigioso Prêmio Pulitzer de literatura. A obra é um sucesso estrondoso de público e de crítica. Desde que foi lançada, tem sido objeto de estudos e análises de especialistas de diversas áreas - história, literatura, artes e psicologia. Em nova tradução, o livro é agora relançado com as duas partes reunidas num só volume. 
Nas tiras, os judeus são desenhados como ratos e os nazistas ganham feições de gatos; poloneses não-judeus são porcos e americanos, cachorros. Esse recurso, aliado à ausência de cor dos quadrinhos, reflete o espírito do livro: trata-se de um relato incisivo e perturbador, que evidencia a brutalidade da catástrofe do Holocausto. 
Spiegelman, porém, evita o sentimentalismo e interrompe algumas vezes a narrativa para dar espaço a dúvidas e inquietações. É implacável com o protagonista, seu próprio pai, retratado como valoroso e destemido, mas também como sovina, racista e mesquinho. De vários pontos de vista, uma obra sem equivalente no universo dos quadrinhos e um relato histórico de valor inestimável. 

"Maus é um livro que ninguém consegue largar. Quando os dois ratos falam de amor, você se emociona; quando eles sofrem, você chora." - Umberto Eco. 

"Um triunfo modesto, emocionante e simples - impossível descrevê-lo com precisão. Impossível realizá-lo em qualquer outro meio que não os quadrinhos." - Washington Post. 

"Uma história épica contada em minúsculos desenhos." - New York Times. 

"Uma obra de arte brutalmente tocante." - Boston Globe. Compre o livro aqui.
Maus - A História de um Sobrevivente conta a história de Vladek Spiegelman, sobrevivente judeu polonês do Holocausto, que passou pelos campos de concentração de Auschwitz (Polônia) e Dachau (Alemanha). O relato é feito pelo próprio pai e desenvolvido pelo filho, Art Spiegelman, em uma HQ de traços fortes e escuros, assim como foi esse período sombrio e horroroso da história do mundo. Na narrativa, judeus são retratados e desenhados como ratos (maus em alemão, daí o nome da HQ), alemães como gatos, poloneses não-judeus como porcos e americanos como cachorros. 

A história mescla entre momentos do passado e presente e começa com o filho de Vladek tentando convencer o pai a falar sobre tudo o que viveu. No início, descobrimos que a família da ex-esposa de Vladek (e mãe de Art) era rica, por isso, a fome e miséria demoraram um pouco a chegar para eles. Mas, aos poucos, todos percebem que judeus estavam sendo cada vez mais reprimidos e as condições pioram muito quando eles são obrigados a irem viver em guetos e depois são mandados para Auschwitz. 

Maus, de Art Spiegelman | Foto: Luiza Lamas
Particularmente, me interesso muito pela temática da 2ª Guerra Mundial e do Holocausto, então já tive contato com outras obras sobre o assunto, como O Menino do Pijama Listrado (resenha aqui), O Diário de Anne Frank (resenha aqui) e o que mais me impactou até o momento, O Menino da Lista de Schindler (resenha aqui), então, o tema em si não foi novidade para mim (e acredito que não seja para muita gente). O diferencial que reconheci em Maus foi a forma que o autor escolheu para contar a história. 

A alternância entre passado e presente permitiu que o leitor conhecesse um pouco mais sobre a personalidade de cada personagem e como eles lidavam com os conflitos sociais e familiares que surgiam. O mais extraordinário é que Art não excluiu suas angústias de escritor e de filho ao desenvolver a obra. Em um dado momento, ele comenta com a esposa que se acha incapaz de continuar a escrever Maus, porque nunca conseguirá entender como viver durante o Holocausto. 

Ao mesmo tempo, não deixa de fora a raiva e rancor que sente pelo pai (durante a HQ inteira dá para perceber que Art tinha relações muito melhores com a mãe) e isso fica explícito em uma cena em que Vladek quer devolver uma caixa de cereal aberta ao mercado, porque não quer jogar a comida fora (consequências trazidas pela guerra, em que viveu na miséria). 


Maus, de Art Spiegelman | Pág. 238
Outra parte interessante retratada por Art acontece no momento presente, depois da guerra, quando um rapaz negro questiona se pode receber uma carona e Vladek fica espantado e muito enraivecido porque o filho e a nora aceitaram o pedido, justamente porque o menino era negro e eles não deveriam se misturar. Quer dizer, mesmo Vladek tendo sofrido nas mãos dos alemães por ser judeu, ele não consegue enxergar a forma como está sendo racista e incoerente. 

Maus - A História de um Sobrevivente foi vencedora do prêmio Pulitzer (um dos mais conceituados no jornalismo e na literatura), no ano de 1992, na categoria "Prêmio Especial Pulitzer", inaugurada pela própria narrativa. Até hoje, nenhuma outra história em quadrinhos ganhou o prêmio. 

Há uma outra obra também escrita por Art Spiegelman chamada MetaMaus, em que o autor detalha a criação da narrativa de Maus e disponibiliza ilustrações, entrevistas, notas e esboços para complementar o que é retratado na HQ. O livro não foi traduzido para o português.

Um beijo e foca na leitura!

20 de novembro de 2015

Livros para o Dia Nacional da Consciência Negra

Marcadores: || 6 comentários:

Oi gente! Ficamos algum tempo fora por que estamos ocupadas, nos desculpe por isso, mas voltamos! :D 

Hoje decidimos fazer um post pequeno de livros com protagonistas negros, sobre racismo e escravidão. Nossa lista é pequena e por isso pedimos a vocês sugestões nos comentários com os livros que vocês acham que ficaram faltando. :)

A Cabana do Pai Tomás

"A Cabana do pai Tomás" é uma história de fé, coragem, determinação, perseverança e luta. Harriet Beecher Stowe, que conhece de perto a realidade do cenário que narra, passa ao leitor um sentimento de revolta e indignação ao apresentar detalhadamente o comércio "legal" de seres humanos e a forma bruta e selvagem com que os senhores tratavam os negros a fim de obterem mais lucros em suas propriedades.Este registro literário contribui intensamente para a abolição da escravatura. Basta observara que, dois anos depois de seu lançamento, surgiu o Partido Republicano, que abraçou a causa abolicionista. A autora chegou até mesmo merecer do presidente norte-americano, Abraham Lincoln, esta consideração: Foi a senhora que, com seu livro, causou essa grande guerra (a guerra entre os estados).

A cor púrpura


Publicado com sucesso nos Estados Unidos, o romance A Cor Púrpura tornou-se conhecido, principalmente, após a adaptação para o cinema por Steven Spielberg, num filme estrelado por Whoopi Goldberg (Celie) e Oprah Winfrey (Sofia).
A personagem principal, Celie, negra, semianalfabeta, no sul dos Estados Unidos, vive entre cuidar da família e planeja uma história diferente da sua para a irmã, Nettie. Acompanhamos sua vida por mais de trinta anos, por meio das cartas que escreve para Deus e, posteriormente, para a irmã. Em oposição à solidão, pobreza, brutalidade e violência, Celie vai descobrir outras maneiras de sentir. A autora foi vencedora do Prêmio Pulitzer em 1983.




Doze anos de escravidão


Considerada a melhor narrativa já escrita sobre um dos períodos mais nebulosos da história americana, Doze anos de escravidão narra a história real de Solomon Northup, um negro livre que, atraído por uma proposta de emprego, abandona a segurança do Norte e acaba sendo sequestrado e vendido como escravo. Depois de liberto, Northup publicou o relato contundente de sua história, que se tornou um best-seller imediato. Hoje, 160 anos após a primeira edição, Doze anos de escravidão é reconhecido como uma narrativa de qualidades excepcionais. Para a crítica, o caráter especial do livro deve-se ao fato de o autor ter sido um homem culto que viveu duas vidas opostas, primeiro como cidadão livre e depois como escravo.“O livro nos encantou: a dimensão épica, o detalhamento, a aventura, o horror, a humanidade. Lia-se como um roteiro de cinema, pronto para ser filmado. Eu não podia acreditar que nunca ouvira falar nele. Pareceu-me tão importante quanto O diário de Anne Frank, só que publicado quase cem anos antes.” - Steve McQueen, diretor do filme 12 anos de escravidão.

Nelson Mandela - Conversas que tive comigo


Conversas que Tive Comigo traça um retrato pessoal sem precedentes de um dos maiores líderes de nosso tempo, Nelson Mandela que mantém participação ativa nas discussões sociopolíticas mundiais e preside a Fundação Nelson Mandela, voltada para a promoção da justiça social e da paz através de programas de pesquisa, parcerias e diálogo com diversos setores da sociedade. 
Com prefácio assinado por Barack Obama, o livro se baseia no arquivo pessoal de materiais inéditos de Nelson Mandela, incluindo seus diários da prisão, suas anotações sobre as negociações para o fim do apartheid, correspondências, recortes de jornais e rascunhos de discursos e gravações nunca vistos nem ouvidos antes, que propiciam a plena compreensão do lado humano do ícone reconhecido em todo o mundo. Adquirido pela Rocco em acirrado leilão que envolveu as maiores editoras do mundo, Conversas que Tive Comigo foi o livro mais disputado da Feira de Frankfurt de 2009. 




Preciosa

Preciosa conta a história da adolescente Precious Jones. Aos 16 anos e grávida do próprio pai pela segunda vez (a primeira foi aos 12 anos), ela conhece uma professora singular, sua guia numa jornada de redenção e transformação. Uma narrativa intensa sobre adversidades e os mecanismos para lidar com elas.
Claireece Precious Jones suportou inimagináveis dificuldades em sua curta trajetória. Abusada pela mãe, estuprada pelo pai, ela cresce pobre, obesa, embrutecida, analfabeta, desprezada e, no geral, ignorada. Em seu próprio dialeto, ela se revela para os leitores: as humilhações constantes, os sonhos desfeitos e a resignação com que enfrenta a própria vida.
No Harlem, o reino dos sem voz, mora com a mãe, mulher solitária e cruel que assiste a TV incessantemente, devora toda a comida que Precious prepara e a submete suas tiradas raivosas. Apesar de tudo, a adolescente suporta a mãe com paciência surpreendente e segue em frente, tentando contornar os problemas do dia a dia com a cabeça erguida. E sonha com uma vida de celebridade, coberta de jóias, vestidos de luxo e um namorado bonitão.
Mas por causa da gravidez é forçada a abandonar a escola — o último e precário vínculo que a ligava ao restante do mundo — e é convidada a frequentar um centro de aprendizado alternativo. Ali, no fim da linha, está a senhorita Rain, uma jovem professora, radical e batalhadora por meio da qual Precious terá a possibilidade de recuperar sua voz e sua dignidade, descobrindo um mundo novo no qual poderá finalmente entender os próprios sentimentos e se expressar de uma maneira que nunca antes havia imaginado.
Aclamado pela critica, Preciosa alcançou o primeiro lugar nas principais listas de mais vendidos nos Estados Unidos, incluindo do New York Times. Foi traduzido para mais de 11 idiomas e deu origem a um filme homônimo, apontado como um dos grandes favoritos ao Oscar 2010. 

Então é isso pessoal, espero que vocês tenham gostado da lista, coloquem sugestões nos comentários de outros livros sobre o assunto, até mesmo os infantis. Ah e logo, logo vamos postar uma resenha com um livro sobre esse tema; um que não esta na lista! ;) Lembrando que clicando nas imagens vocês serão redirecionados para o Skoob dos livros. 
Ah e lembrem-se: foca na leitura!

20 de novembro de 2014

Desejados do Mês de Novembro da Lu

Marcadores: || 8 comentários:
Oi pessoal!
Estava olhando os lançamentos desse mês no Skoob e decidi contar para vocês quais são os meus desejados, porque vou ficar sem comprar livros inclusive na Black Friday ~le chorando.




1) O Bicho-da-Seda - Robert Galbraith (J.K Rowling)

Sinopse: Quando do desaparecimento do romancista Owen Quine, sua esposa procura o detetive particular Cormoran Strike. Inicialmente, ela pensa apenas que o marido se afastou por alguns dias — como fez antes — e quer que Strike o encontre e o leve para casa.Mas, à medida que investiga, fica claro para Strike que há mais no sumiço de Quine do que percebe a esposa. O romancista acabara de concluir um livro retratando maldosamente quase todos que conhece. Se o romance fosse publicado, a vida deles estaria arruinada — assim, muita gente pode querer silenciá-lo.E quando Quine é encontrado brutalmente assassinado em circunstâncias estranhas, torna-se uma corrida contra o tempo entender a motivação de um assassino impiedoso, um assassino diferente de qualquer outro que Strike tenha encontrado na vida…

OBS.: Eu tenho "O Chamado do Cuco", mas não li ainda hihihi. Comecei a ler mas tive que parar D: (eu estava gostando).

2) Segundo Eu Me Chamo Antônio - Pedro Gabriel

Sinopse: Antônio é personagem de um romance que ainda vai ser escrito. Enquanto não ganha as páginas, ele expressa, entre um chope e outro, seus sentimentos em ilustrações feitas em guardanapos de papel. Em Segundo – Eu me chamo Antônio, além de frases irreverentes e poéticas, o personagem abre para o mundo as páginas do caderno em que escreve fragmentos de textos – alguns de seus pensamentos mais profundos – e explora sua criatividade brincando com frases e esboços rabiscados nervosamente. A arte de Pedro Gabriel expande-se para além dos guardanapos em ilustrações inéditas que pontuam essa nova obra.

OBS.: Também tenho o "Eu Me Chamo Antônio", já li e adorei! É um dos meus livros mais bonitos, além dos trocadilhos dele serem maravilhosos <3

3) O Menino da Lista de Schindler - Leon Leyson

Sinopse: Misto de biografia e romance de formação, O menino da lista de Schindler acompanha a trajetória de Leon Leyson, o mais jovem integrante e um dos últimos sobreviventes da famosa lista de judeus salvos pelo empresário alemão Oskar Schindler durante a Segunda Guerra Mundial. Intenso como O diário de Anne Frank, o livro chega ao Brasil pelo selo Rocco Jovens Leitores depois de alcançar a prestigiosa lista dos mais vendidos do jornal The New York Times, e oferece uma perspectiva única do Holocausto. Um relato emocionante, corajoso e humano que precisa ser contado às novas gerações.

OBS.: O trabalho que fizemos foi sobre o Holocausto, então não tinha como eu não me interessar por esse livro, quero muuuito ler!

Um beijo e foca na leitura!



29 de junho de 2016

Apresentação e TBR - #MLI2016: Maratona Literária de Inverno 2016

Nenhum comentário:
Olá, pessoal! Tudo bem? Esse post é para dizer que eu (e dessa vez só eu mesmo, porque a Nic e a Joy estão sem livros acessíveis) vou participar da Maratona Literária de Inverno! Yaaay!

Essa Maratona foi criada pelo Victor Almeida, do canal Geek Freak, e consiste em ler o maior número de livros possível durante o tempo em que ela ocorrer. A deste ano acontecerá do dia 03 de julho à 00:00 até o dia 31 de julho à 00:00. 

Para cada semana do mês, o Victor escolheu uma temática diferente para selecionarmos os livros que vamos ler (mas se você não quiser seguir as temáticas, tudo bem também), veja:

Semana 1 - Encalhados: livros que estão na estante há mais de um ano;
Semana 2 - Hype: livros que receberam uma quantidade grande de promoção; que foram muito falados;
Semana 3 - Outros Mundos: livros que se passam em outros universos, planetas e/ou realidades;
Semana 4 - Diversidade: livros com elementos ou personagens que representem diferentes culturas e/ou etnias.

Os livros que eu escolhi para as temáticas foram:

Semana 1: Um Dia, David Nicholls 
Eu tenho esse livro há mais de dois anos estante, sempre coloco ele em várias TBRs, mas nunca leio. AGORA VAI;
Semana 2: O Diário de Anne Frank, por Otto H. Frank e Mirjam Pressler 
Desde que fiz um projeto sobre a 2ª Guerra Mundial no colégio tenho vontade de lê-lo e, como todos que leram comentam dele, coloquei aqui; 
Semana 3: A Batalha do Apocalipse, Eduardo Spohr 
A Joy já leu esse livro e me disse que partes dele se passa no Céu, então...;
Semana 4: Garoto Encontra Garoto, David Levithan 
Escolhi esse livro, porque ele traz personagens gays e transexuais - dá para saber pela sinopse. 




A Hashtag oficial da Maratona é #MLI2016 e vocês vão poder acompanhar todo o andamento das minhas leituras pelo Instagram do blog.
Quem aí também vai participar da Maratona? Qual a TBR de vocês? Me desejem sorte!

Um beijo e foquem na leitura!  

12 de dezembro de 2014

Book Haul de Novembro da Joy

Marcadores: || 38 comentários:
Oi gente, mais um Book Haul da Vergonha! O que a Black Friday não faz com a gente não é?

Livros que comprei em novembro:

"Ratos", eu comprei porque estava muito barato, nem sabia a história mas adorei o detalhe da capa:



"365 Dias Extraordinários" é de capa dura e adorável, vou deixá-lo na cabeceira da cama para ler uma frase por dia.




"Bela Distração", comprei por curiosidade, pois tenho os dois livros anteriores: "Belo Desastre" e "Desastre Iminente".


Li algumas resenhas positivas do "Futuro de Nós Dois" e sei que é um livro bem simples.



Comprei "No Escuro", porque a história parece ser bem sombria e agoniante, estou tentando experimentar esse tipo de leitura.


E por último, comprei "O Diário de Anne Frank", nessa edição lindíssima de capa dura!




E quando achei que minha cota de livros tinha acabado, esse livro me aparece em casa me dando um susto!


Nunca eu iria imaginar que ganharia um sorteio, ainda mais do Skoob. :D

Bom gente, é isso. Espero que tenham gostado, e comentem aí: O que vocês compraram na Black Friday? E lembrem-se: foca na leitura!